NUNCA FOMOS À LUA

19 mar

Os livros de História mentem. Os livros de ciência também. ­Nós nunca fomos à lua e a frase famosa de Neil Armstrong (“Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade”) foi pronunciada num estúdio de TV, no deserto de Nevada.

Essa tese foi defendida,  entre outros, pelo escritor Bill Kaysing, autor de We never went to the moon (Health Research, 1997). Kaysing trabalhou para a Rocketdyne Research Department que, por sua vez, prestou serviços para o Projeto Apollo. Segundo ele, a Nasa não tinha tecnologia para colocar o homem na lua em 1969. Mas a corrida espacial com os russos obrigava os americanos a fazer isso, de uma forma ou de outra. A ApoIlo 11 foi realmente lançada, mas pousou no Pólo Sul, algumas horas depois. Os astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins foram então levados para a tal estúdio de TV secreto e encenaram a conquista da Lua, com frases de efeito, bandeiras americanas e tudo o mais. Segundo Kaysing, as imagens veiculadas pela televisão são evidentemente falsas. As principais pistas são:

1. Não há estrelas no céu. Se não existe atmosfera na Lua, as estrelas deveriam ser visíveis.

2. Não existe nenhuma cratera em cena e a Lua, como se sabe, é cheia de crateras.

3. As sombras dos astronautas no chão não são paralelas e, em alguns casos, apontam para direções opostas, como se existissem duas fontes de luz. Mas só existe uma: o Sol.

4. O módulo lunar não deixou marcas profundas no solo, embora pesasse mais de 13 quilos.

5. Uma das pedras que aparece em cena estaria marcada com a letra “C”. Talvez seja uma pista deixada pelos conspiradores.

James Oberg, engenheiro espacial da Rockwell lnternational, que também trabalhou no Projeto Apollo, contesta todas as afirmações de Kaysing. “Toda época de exploração gera seus mitos, dos fenícios a Marco Polo”, explica. “Parte da humanidade sempre nega que a jornada tenha sido realizada, fantasiando sobre criaturas fantásticas e coisas assim. O que me surpreende é que essa crença tenha tão poucos adepto”.

Bill Kaysing contra-argumenta afirmando que Oberg faz parte da conspiração orquestrada pela Nasa para esconder a verdade.

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